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Dança e Autoconhecimento

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Dança existe sempre presente. Ela é criada e recriada a cada instante.  Durante sua execução não há divisão entre criador e criação. Tudo se realiza dentro e através da dançarina! Dança e autoconhecimento, cura através da arte!

Danças, Yoga, Meditação

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Sacode a Poeira Studio de Danças, Yoga e Meditação  "Danço de forma em forma Mudo de formato em formato  Sempre mudando  Sempre me expandindo Sempre me transformando Ilusão é pensar que temos uma única forma"

Palavras do Mestre Hossam Ramzy (percussionista e compositor egípcio)

“dançar é como fazer a percussão, como tocar a flauta Nay, ou como tocar piano, ou tocar o Oud, Quanoon ou qualquer outro instrumento. O instrumento de quem dança é o corpo. A dançarina é um membro musical da Orquestra. Em qualquer estilo e esfera musical, é sabido que o melhor tipo de músico é aquele que OUVE OS OUTROS MÚSICOS, enquanto toca sua parte, encaixando-se perfeitamente no que está sendo tocado. Ele toca alegremente a mesma música que os outros e acentua quando deve, cresce com eles, e pára quando eles param. Como tocador de Tabla, quando faço a percussão de uma música eu presto muita atenção a todas as frases musicais que estão sendo tocadas. Como membro de um grupo, devo conhecer definitivamente que ritmo é aquele e devo saber quando o ritmo muda, diminui, acelera, pára, acentua ou se modifica de qualquer jeito. Eu devo ouvir cada músico que toca comigo e ter certeza que estou tocando de acordo com o que ele ou ela está tocando, seja um solo ou parte de uma orquestra. Q...

Quatro Elementos - Fogo

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Elemento Fogo - Sacerdotisas de Hathor Quando você vem a mim eu tomo o seu espírito das estrelas e o visto num corpo de sensação para delicadamente concentrá-la na forma para benignamente aquecê-la na bem-aventurança Você está aqui para sentir o deleite Desfrutar a recompensa conhecer a satisfação ter prazer em todos os caminhos de todas as maneiras em todos os aspectos O prazer torna-a suculenta faz seus olhos cintilarem anima a sua energia vital O rquinte da existência é o prazer Prepare-se para sentir-se muitíssimo bem! (O Oráculo da Deusa)

Quatro Elementos - Terra

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  Dança do Ventre - Percussão Terra simboliza a estabilidade, a paciência, a humildade,o lado visível da vida ou a manifestação concreta de todas as sementes que germinam no mundo das idéias. Este elemento ativa nossa energia interna para a realização e para a ação de coisas concretas. Representa ainda o nosso próprio organismo e tudo o mais relacionado ao mundo material. Simboliza a mulher, que recebe a semente do homem e em troca dá a vida. Graças a terra é que chega a nós o alimento de cada dia. Na dança traz uma expressão forte e decidida. Movimentos que mantêm a conexão dos pés com o solo e impulsos para o solo, mantendo pés no chão trabalhando organização, foco, poder de decisão, entre outras expressões.

Dança do Ventre e Seus Benefícios

A Dança do Ventre não é uma prática de poucos dias, é um trabalho de aprimoramento e conquista pessoal! Não existe tipo físico nem idade para a pratica. Os benefícios são encontrados apenas com o tempo e prática regular. É impossível ordenar a uma rosa para que desabroche só para satisfazer nossa vontade e nossa pressa, porém no tempo certo a própria natureza se encarrega de desabrochar e encher o mundo de beleza. Quando começamos dançar, muitas vezes encontramos algumas limitações, porém, com o tempo tudo fica fácil e leve. Muitas vezes nos sentimos lagarta (desengonçada) mas sempre nos tornamos borboleta. O importante é nunca desistirmos de nós mesmas, como a criança que aprende a engatinhar, cai vários tombos e mesmo assim não desiste, sempre aprende a andar pois intuitivamente acredita em sua força. A dança mobiliza nossas energias femininas e nos desperta para nossa luz interior. Alguns benefícios: • Auto-estima / auto-conhecimento; • Desbloqueia energias estagnadas; • Amplia a co...

Dança do Ventre

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O resgate de uma feminilidade reprimida por séculos de religião e cultura machista. Ao longo dos anos e do cristianismo, as deusas femininas foram sendo substituídas por deuses puramente masculinos. Quantas vezes você sente falta de ter uma atividade só sua, sagradamente feminina? Aí está o verdadeiro motivo, esquecido, mas vivo e latente dentro de nós. A necessidade de um ritual sagrado feminino, que nos faça sentirmo-nos fortes, poderosas, conhecedoras da magia como eram as antigas sacerdotisas. Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povos Árabes. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante

SAMAH

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Dança de origem Sacra das mais antigas, era dançada nos Templos pelas Deusas. Em seguida ficou sendo utilizada nas festas dos palácios entre uma cerimônia e outra, para manter o silêncio e o estado meditativo. Samah significa ouvir, escutar, tomar consciência, ficar em silêncio, porém consciente, desperto. A dança forma um elo entre o homem e os elementos externos, entre o Céu e a Terra e tudo que forma os 4 elementos: terra, fogo, água, ar; primavera, verão, outono, inverno e tudo mais que forma 4.

Árabe Cigana com Snujs

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No Egito há uma cidade chamada Bubast. Lá, as sacerdotisas costumavam uma vez por ano descer até o rio Nilo, durante os festivais que reverenciam as deusas femininas, para cantar, queimar incensos e tocar sinos que mais tarde foram substituídos pelos snujs. O som desse instrumento era para invocar a deusa Bastet, protetora das dançarinas e das mulheres que cuidavam de crianças pequenas Os snujs ou sagats são quatro pequenos címbalos de metal, usados dois em cada mão e nos dedos médios das dançarinas. Dançar com snujs é um hábito dos povos gawazzy. A dançarina gawazzy sempre faz suas performances com os snujs. Pesquisas mostram que todos os instrumentos rítmicos e percussivos usados para a dança vieram de tempos remotos, com finalidade espiritual, na intenção de fazer com que seus ouvintes recuperassem seus ritmos internos e os harmonizassem com a natureza. Afrescos e inscritos egípcios mostram que os faraós usavam o cistrom, um chocalho na forma da cruz ansata ou cruz da vida, com vár...

Raks El Assaya

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Dança tradicional masculina, hoje em dia também praticada pelas mulheres, numa versão mais suave, conhecida no Brasil como "Dança da Bengala ou Dança do Bastão". Imagine pastores nos campos cercando seus rebanhos com um longo bastão. Foi desta imagem que se originou a Tahtib, uma dança masculina da região de El Saaid, no Alto Egito, na qual homens simulavam uma luta com bastões chamados shoumas. Com o tempo, passou a ser dançada por mulheres e ficou conhecida como Raks El Assaya , ou a dança da bengala. A versão feminina da dança é acerca da feminilidade. Elas fazem os movimentos graciosos e omitem a força. As mulheres ostentam sem esforço e controlam seu bastão, muito menor que o dos homens. Elas usam o bastão como uma moldura para seus movimentos corporais A dança feminina exibe mais agilidade e charme, enquanto a masculina enfatiza a postura e a força.