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HÁTOR - DEUSA DO AMOR

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Personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. “Senhora do céu”, “alma das árvores”, ama-de-leite de Hórus, a vaca Hátor aparece com frequência nos mitos. É uma deusa benevolente, adorada em várias regiões, principalmente em seu templo de Dendera. Vaca tranquila que geralmente personifica o olho de Rá, amamentou Hórus quando nasceu. Uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres representava Hathor, deusa do céu e das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música, mas também das necrópoles. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. Também era representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca, ou uma mulher com cabeça de vaca.

O Ano do Coelho

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A astrologia Chinesa, diferentemente da astrologia ocidental, baseia-se no calendário lunar. O ciclo completo leva sessenta anos, formado por 5 ciclos de 12 anos. Cada ano é regido por um signo animal, que exerce influência nas pessoas nascidas naquele ano. O ano lunar é dividido em doze meses de 29 dias e meio e o mês lunar inicia-se no dia da lua nova. Por isso o ano novo chinês começa sempre em um dia diferente a cada ano. Os nativos possuem um signo animal principal e outros signos animais de acordo com o mês, dia e hora do nascimento. Ou seja, não somos um signo animal só, somos uma mistura de animais com suas características positivas e negativas. No dia 3 de fevereiro, começou um novo ciclo no horóscopo chinês, desta vez regido pelo COELHO, que promete um ano positivo e inspirador, pautado no desenvolvimento pessoal. É hora de repensar escolhas e valores e de investir na evolução individual e coletiva. (Revista Bons Fluídos, fev/2011)

DANCE, DANCE, DANCE

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Revista Bons Fluídos , edição fevereiro/2011 No embalo da dança: soltar o corpo é tudo de bom. Além de melhorar o condicionamento físico, ajuda a liberar nossas emoções e encarar com mais humor os tropeços cotidianos. Entre neste embalo e vem dançar! JAZZ, DANÇA DO VENTRE, FLAMENCO, YOGA, PILATES, WORKSHOP DANÇAS ÉTNICAS

ISIS - DEUSA DA MATERNIDADE E FERTILIDADE

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Em egípcio Auset "Rainha Suprema", foi uma deusa egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade. Os primeiros registros escritos acerca de sua adoração surgem pouco depois de 2500 a.C., durante a V dinastia egípcia. A deusa Ísis, mãe de Horus, foi a primeira filha de Geb, o deus da Terra, e de Nut, a deusa do Firmamento, e nasceu no quarto dia intercalar. Durante algum tempo Ísis e Hator ostentaram a mesma cobertura para a cabeça. Em mitos posteriores sobre Ísis, ela teve um irmão, Osíris, que veio a tornar-se seu marido, tendo se afirmado que ela havia concebido Horus. Ísis contribuiu para a ressurreição de Osiris quando ele foi assassinado por Seth. As suas habili...

CLEÓPATRA RAINHA DO EGITO

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CLEOPATRA A RAINHA DO EGITO "GLÓRIA DO PAI DEUSA AMADA POR SEU PAI" Cleópatra VII Thea Filopator (Janeiro de 70 a.C. ou Dezembro de 69 a.C. - 12 de Agosto de 30 a.C.) Filha de Ptolomeu XII e de Cleópatra V. Ultima rainha da dinastia de Ptolomeu, general que governou o Egito após a conquista pelo rei Alexandre III da Macedônia. É uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Egito, tendo ficado conhecida somente como Cleópatra — ainda que tenham existido várias outras Cleópatras além dela e que a história quase não cita. Nunca foi a detentora única do poder em sua terra natal — de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho. Contudo, em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, mantendo ela a autoridade de fato. Cleópatra foi uma grande negociante, estrategista militar, falava seis idiomas e conhecia filosofia, l...

Lakshmi - Deusa da Fortuna

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Lakshmi ou Laxmi é uma divindade do hinduísmo, esposa do deus Vishnu, o sustentador do universo na religião hindu. É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna. A deusa é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder. É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura. Pode ser vista sentada sobre uma flor de lótus, ou segurando flores de lótus nas mãos, e um cântaro que jorra moedas de ouro. Geralmente atribui-se a Lakshmi o símbolo da suástica, que representa vitória e sucesso. Apadma é o nome dado a Lakshmi, quando representada sem o lótus, ao sair do Oceano. Foi ela que deu a Indra, o Rei dos Deuses, o soma (ou sangue do conhecimento) do seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse o Rei dos Devas. REENCARNAÇÕES DA DEUSA A Deusa-Mãe Lakshmi é consultada pela população hindu, buscando algum tipo de riqueza. Há oito modalidades de se adorar Lakshmi, l...

BASTET - DEUSA GATA

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Deusa de cabeça de gato, doce e bondosa, cujo templo mais conhecido ergue-se em Bubástis (seu centro de culto), cujo nome em egípcio — Per Bast — significa “a casa de Bastet”. No Egito, o gato foi venerado como um animal delicado e útil, o favorito da deusa Bastet - a protetora dos lares, das mães e das crianças. No Antigo Egito, o gato doméstico, trazido do sul ou do oeste por volta do ano de 2.100 a.C., é considerado um ser divino, de tal ordem que, se um deles morrer de morte natural, as pessoas da casa raspam as sobrancelhas em sinal de luto. No santuário de Bastet, em Bubástis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inúmeras efígies de bronze que provam a veneração a esse animal. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tor...

Instrumentos

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Os instrumentos de corda mais utilizados na música árabe são: Alaúde (oud), Violino (kamanja), Kanoon, Bouzouk (alaúde pequeno), Harbabeh (ou hababa ou hababeh). Um dos principais instrumentos de percussão árabe, o DERBAK está presente em quase todas as músicas árabes, desde músicas modernas, passando pelas folclóricas e clássicas, até os taksins e solos de percussão. Os instrumentos de percussão da música árabe são: Riqq (ou reque ou req), Mazhar (ou tar), Bendir (ou duf), Daff (maior que o rqq), Derbak (ou tabla), Tablele (tambor grande), Bongô, Snujs (ou sagat), Daholla (grande tabla), Merwas (pandeiro grande). Os instrumentos de sopro mais presentes na música árabe são: Nay, Mijuêz (ou mijurêz), Zâmr, Mizmar (ou zimr). Há ainda outros instrumentos tocados na música árabe, mas que não são considerados dentro de nenhuma categoria apresentada anteriormente. Entre eles estão: acordeon, órgão, bateria, guitarra.

Música Árabe

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Há basicamente cinco estilos diferentes de música árabe para a dança do ventre: modernas, folclóricas, clássicas, solos de percussão e taksin. É importante que a bailarina de dança do ventre conheça as diferenças entre as músicas e saiba identificá-las, para não realizar danças em músicas inadequadas. E depois é importante que ela acompanhe com seus movimentos as marcações musicais, gerando assim uma sintonia entre o que se ouve e o que se vê, ou seja, causando assim a impressão de que os sons são emitidos pelo próprio corpo da bailarina. As músicas MODERNAS geralmente são lineares, não oferecendo grandes mudanças. Costumam apresentar um ritmo só do início ao fim, e o mais comum é o ritmo said, embora às vezes possa ter também o baladi e o malfuf. Por não apresentar grandes variações, este tipo de música é o mais adequado para quem está começando a dançar. Músicas FOLCLÓRICAS são aquelas adequadas para as danças folclóricas árabes dos mais diversos países, como a dança da Bengala, o K...

Saraswati - Deusa do Conhecimento e da Artes

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Saraswati é a divindade hindu responsável pela proteção daqueles que lidam com a arte e o conhecimento. É a deusa de todas as artes: música, pintura, escultura, dança e escrita, e sua origem remonta aos Vedas. Ela é representada como uma jovem de tez clara tocando cítara - um típico instrumento musical hindu de cordas. Em sua representação está presente, muitas vezes, uma flor de lótus branca. É a deusa da eloqüencia, e as palavras fluem a partir dela como uma rio florido e doce. Um mito desta divindade é que ela é rival da deusa da força, Lashmi. Sarasvati é conhecida por ser extremamente benevolente e gentil com os pedidos de seus seguidores, e por este motivo é conhecida como realizadora de desejos. Nos Vedas, seu nome é o mesmo do extinto rio Sarasvati, uma das mais ancestrais relações da mitologia indiana. Em um sentido simbólico ela sugere a sacralidade inerente nos rios ou na água em geral. Ela é conhecida por sua generosidade, fertilidade e riquezas. Suas águas fertilizam a ter...

A DANÇARINA

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"Um dia, veio à corte do Príncipe de Birkasha, uma dançarina e seus músicos. ...e ela foi aceita na corte...e ela dançou a música da flauta, da cítara e do alaúde. Ela dançou a dança das chamas e do fogo, a dança das espadas e das lanças; e ela dançou a dança das flores ao vento. Ao terminar, virou-se para o príncipe e fez uma reverência. Ele então, pediu-lhe que viesse mais perto e perguntou-lhe: 'Linda mulher, filha da graça e do encantamento, de onde vem tua arte e como é que comandas todos os elementos em seus ritmos e versos?' A dançarina aproximou-se, e curvando-se diante do príncipe disse: 'Majestade, respostas eu não tenho às vossas perguntas. Somente isso eu sei: a alma do filósofo vive em sua cabeça, a alma do poeta vive em seu coração, a alma do cantor vive em sua garganta, mas a alma da dançarina habita em todo o seu corpo.' Extraído do livro "O Viajante" de Khalil Gibran Tradução: C.Offner

DEUSAS

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“ “O poder da Deusa, que se manifesta por meio das mulheres, é uma matriz emocional que convida a uma fusão ou simbiose inconsciente e transmite uma sensação de “chegada a casa”. ( Jean Shinoda Bolen)

FELIZ NATAL

As atividades do Studio de Danças retornam a todo vapor no dia 4/01/2011. "Desejo a você: Feliz Natal Feliz Ano Novo E Coragem de ver e ouvir com a Alma e o Coração, forças para modificar o necessário e assim se tornar capaz de optar com mais consciência e amor. Um forte abraço e muita Luz!" Andréa Kallas

Eu Louvo a Dança

Eu louvo a Dança, pois ela liberta as pessoas das coisas, unindo os dispersos em comunidade. Eu louvo a Dança que requer muito empenho, que fortalece a saúde, o espírito iluminado e transmite uma alma alada. Dança é mudança do espaço, do tempo, do perigo contínuo de dissolver-se e tornar-se somente cérebro, vontade ou sentimentos. A Dança requer o homem libertado, ondulado no equilíbrio das coisas. Por isso eu louvo a Dança. A Dança exige do homem todo ancorado em seu centro para que não se torne, pelos seus desejos desregrados, possessos de pessoas e coisas, e arranca-o da demonia de viver trancado de si mesmo. Ó homem, aprende a Dançar! Caso contrário, os anjos não saberão o que fazer contigo." (Santo Agostinho)

Dança do Ventre

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O resgate de uma feminilidade reprimida por séculos de religião e cultura machista. Ao longo dos anos e do cristianismo, as deusas femininas foram sendo substituídas por deuses puramente masculinos. Quantas vezes você sente falta de ter uma atividade só sua, sagradamente feminina? Aí está o verdadeiro motivo, esquecido, mas vivo e latente dentro de nós. A necessidade de um ritual sagrado feminino, que nos faça sentirmo-nos fortes, poderosas, conhecedoras da magia como eram as antigas sacerdotisas. Este trabalho é um chamamento, um regresso às formas naturais da mulher, um cântico a cada parte da sua anatomia. Sendo uma dança milenar, atravessou diversos povos, desde civilizações pré-clássicas até aos povos Árabes. Foi uma dança de homenagem à fertilidade e à Grande Deusa, bem como uma dança preparatória para o parto, e uma simples celebração da vida quotidiana. A mulher como uma árvore, enraizada e flexível, naturalmente plena e ondulante

Zambra (Flamenco Árabe)

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Com a invasão árabe a Espanha, a convivência entre povos orientais e europeus resultou em grande mescla cultural, e dessa mistura surgiram novas manifestações culturais, como as zambras (do árabe samra), festas mouriscas realizadas na península hispânica, principalmente na região da Andaluzia. Essas festas eram caracterizadas por muita música, danças, aplausos e alaridos, manifestando toda a alegria, vitalidade e espontaneidade dos povos orientais e ciganos. A Zambra, ou Flamenco árabe é, portanto, a fusão de movimentos de danças de povos nômades ancestrais. Para ficar mais claro, é só observar um pouco da formação etnológica da população da Andaluzia, anterior ao surgimento do flamenco: Tartésico - habitantes das cidades ao Sul da Espanha, estabelecidos principalmente na região do vale de Guadalquivir. São povos descendentes das dinastias egípcias, que viviam à margem do Nilo. De seus ancestrais herdaram à ligação ao mundo espiritual e à magia.

SAMAH

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Dança de origem Sacra das mais antigas, era dançada nos Templos pelas Deusas. Em seguida ficou sendo utilizada nas festas dos palácios entre uma cerimônia e outra, para manter o silêncio e o estado meditativo. Samah significa ouvir, escutar, tomar consciência, ficar em silêncio, porém consciente, desperto. A dança forma um elo entre o homem e os elementos externos, entre o Céu e a Terra e tudo que forma os 4 elementos: terra, fogo, água, ar; primavera, verão, outono, inverno e tudo mais que forma 4.

Árabe Cigana com Snujs

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No Egito há uma cidade chamada Bubast. Lá, as sacerdotisas costumavam uma vez por ano descer até o rio Nilo, durante os festivais que reverenciam as deusas femininas, para cantar, queimar incensos e tocar sinos que mais tarde foram substituídos pelos snujs. O som desse instrumento era para invocar a deusa Bastet, protetora das dançarinas e das mulheres que cuidavam de crianças pequenas Os snujs ou sagats são quatro pequenos címbalos de metal, usados dois em cada mão e nos dedos médios das dançarinas. Dançar com snujs é um hábito dos povos gawazzy. A dançarina gawazzy sempre faz suas performances com os snujs. Pesquisas mostram que todos os instrumentos rítmicos e percussivos usados para a dança vieram de tempos remotos, com finalidade espiritual, na intenção de fazer com que seus ouvintes recuperassem seus ritmos internos e os harmonizassem com a natureza. Afrescos e inscritos egípcios mostram que os faraós usavam o cistrom, um chocalho na forma da cruz ansata ou cruz da vida, com vár...

O Fantasma da Ópera

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Coreografia trabalhada com elementos do Ballet e Dança Contemporânea. A história do Fantasma da Ópera desenvolve-se no século XIX, em Paris, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam até hoje que a ópera é assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O Fantasma da Ópera é considerada por muitos uma novela gótica, por ser um romance trágico. O Fantasma da Ópera conta a história de Erik, um homem que quando jovem era o arquiteto dos palácios na Pérsia. Por saber segredos da arquiterura é perseguido e acaba se refugiando em Paris, com um Persa. Ele é um artista nato: entende de arquitetura, música, literatura e também sabe manejar o laço de Punjab, uma das formas de estrangulamento utilizada na Pérsia. Acabou se instalando no subterrâneo da Ópera, de onde controlava todo o prédio, sabendo todos os acessos e passagens.

Raks El Assaya

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Dança tradicional masculina, hoje em dia também praticada pelas mulheres, numa versão mais suave, conhecida no Brasil como "Dança da Bengala ou Dança do Bastão". Imagine pastores nos campos cercando seus rebanhos com um longo bastão. Foi desta imagem que se originou a Tahtib, uma dança masculina da região de El Saaid, no Alto Egito, na qual homens simulavam uma luta com bastões chamados shoumas. Com o tempo, passou a ser dançada por mulheres e ficou conhecida como Raks El Assaya , ou a dança da bengala. A versão feminina da dança é acerca da feminilidade. Elas fazem os movimentos graciosos e omitem a força. As mulheres ostentam sem esforço e controlam seu bastão, muito menor que o dos homens. Elas usam o bastão como uma moldura para seus movimentos corporais A dança feminina exibe mais agilidade e charme, enquanto a masculina enfatiza a postura e a força.